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sexta-feira, 19 de setembro de 2025

Ilumine-se

Trabalhe sua vontade e seu interior, caminhe suas intenções em prol do bem comum, fique atenta aos sinais, a consciência que deseja alcançar esta merece atenção aos detalhes, nao retorne ao ponto inicial, o que já foi caminhado nao tem caminho de volta. 

Vibre novas frequências, redirecione sua energia, deslumbre-se com o simples, não torne nada cansativo, não canse ate encontrar o caminho do meio, enxergue-se como deus, em amor profundo por ti, realize a sua jornada como uma perola guardada, ela tem seu brilho próprio e sua essência, valorize-se, nao se deixe rebaixar, as experiências estão lhe mostrando o que precisa ser curado e transmutado. 

As pessoas que passam por você são reflexos, nao se apegue as situações ou pessoas, cada coisa vem no seu tempo para lhe mostrar o quanto faz sentido curar-se, olhe-se, observe-se, sinta mais e racionalize menos

Leveza, o tempo lhe pede apenas que seja leve. 

Solte o que estiver por vir. 

Conecte-se a natureza, pés na terra, encontre-se com almas que vibrem com você. 

Alice alice, esquece do tempo e seu caminhar, purifique-se, centre-se, divirta-se, essa menina lhe alcança e lhe guia como uma bússola, sem se apressar, por hora desfrute quem está contigo, quem lhe mostra desafios, quem lhe faz crescer, e quer sua evolução. 

Concentre-se em você. Encontre o foco, não desalinhe. 

Solte e deixe fluir, se está curtindo, não se limite, baixe as barreiras, torne possível e agradável a experiência, se entediar abra seu livro, retorne aos seus rituais.

Se tiver perguntas, dúvidas, mágoas ou tristezas, respire fundo e medite.

sexta-feira, 6 de junho de 2025

Portal 06.06 - Canalização: Reconexão com o Amor

Nesse momento atual a palavra é Amor
Amem-se e estejam atentos a olharem para dentro de seus corações. 
Atentem as batidas de seus corações. 


A compaixão se faz necessária, o que importa no final das contas é que todos somos um. 
Se fere um amigo, está ferindo à si mesmo. 
Se xinga um desconhecido, está xingando a si. 
Qualquer pensamento negativo que se faz ao outro, é uma retórica para si mesmo. 

Esse mundo representa a dualidade, mas todos somos filhos de um só, e dentro de cada um de nós existem as mesmas partículas do universo, todos temos os mesmos tipos e centelhas divinas. 

Todos somos deuses e deusas, apenas em diferentes corpos e níveis de consciência. 

Se temos os mesmos sentimentos, emoções, sensações, medos e desejos? 
Como nos vemos separados? 
Estamos todos habitando corpos nesta realidade. 
Todos choramos e amamos. 

Acredite e avive o amor dentro de vocês, estejam firmes no propósito, 
silenciem suas mentes, saiam do caos ou silenciem o barulho dentro de vocês, 
escutem os seus corações. 

Se faz necessário se reencontrar, trabalhar a si mesmo, 
cuidar de seus corpos, sair de suas mentes, 
buscar abrigo dentro de seu coração, amar-se e amar ao próximo, 
compartilhar depois de se proteger e se enriquecer de bons pensamentos e boas práticas, 
encontrar-se, deixar-se ser encontrado, servir como um ímã de boas energias e pessoas, 
deixar-se guiar pela leveza de ser quem veio para ser. 

Reequilibrem-se, sejam gratos e compartilhem conhecimentos. 
A escuta é sempre um importante ponto de ativação e reconexão consigo mesmos. 


segunda-feira, 14 de abril de 2025

Escassez Européia

Alguns dias atrás, eu comecei a me dar conta do quanto o ser humano, no geral, não está preocupado em incentivar o outro.

Certamente, em meu trabalho como guia de turismo, tenho notado que, enquanto tento saber um pouco mais do cliente e suas andanças pelo mundo, muitas vezes, no meu momento de partilha, sinto vontade de trocar um pouco o meu ponto de vista pela visão dele. E, às vezes, tenho vontade de compartilhar que já morei onde ele mora ou que eu mesma já visitei o país dele.

Eis que me dei conta de que eles não parecem felizes quando conto que já estive lá ou que já morei lá. Ou melhor, a palavra pode não ser exatamente felicidade, mas privilégio. É como se, de alguma forma, na cabeça deles, eu fosse um ser privilegiado por já ter estado no país deles e, desse modo, eu não devesse ganhar nenhum incentivo por parte deles.

Eu, na minha sincera busca, perguntei aos meus colegas guias se eles falavam sobre suas viagens e vivências no exterior com seus clientes. Caramba, foi incrível e unânime como os meus colegas disseram que também notaram que, quando comentavam com os clientes sobre suas experiências no exterior, logo deixavam de receber gorjetas. Consequentemente, passaram a omitir essa informação ou mesmo mentir a respeito.

Para mim funciona de forma contrária. Poxa, se eu escuto de um funcionário que contratei para um serviço (que seja um guia de turismo local) e essa pessoa me diz que já esteve onde eu moro, eu daria um incentivo financeiro, sim. Afinal, no meu entendimento, se essa pessoa consegue viajar ainda mais além, eu ficaria muito feliz em poder ajudar de certa forma e incentivar essa pessoa (de um país emergente) a realizar seus sonhos.

Mas então, compreendi que, na realidade, o cliente que chega aqui no Brasil e escuta que você, guia, já esteve no país dele — seja a trabalho ou de férias — subentende que você tem uma certa condição financeira. Talvez porque, no fundo, ainda exista aquela visão colonial... De que o outro só deve receber incentivo se estiver “abaixo” — no lugar do “coitadinho”.⁣

Eu diria que não é somente bizarro — e posso provar!

Semana passada, conversei com um cliente americano. Ele me disse que trabalha com implantes dentários em uma empresa brasileira que é considerada a melhor do mundo atualmente. Comentei que minha mãe, anos atrás, recebeu uma proposta para trabalhar nos EUA. Na época, ela trabalhava com Prótese Dentária, e eu disse que ela não aceitou por inúmeros fatores. Por fim, eu mesma não informei que já havia ido aos EUA — omiti a informação, já como aprendizado anterior. E, nisso, ao lado, uma inglesa do grupo ouvia a conversa. Ao final do tour, vi o marido dela separando o dinheiro para mim ou para o motorista. Ela sussurrou algo no ouvido dele e, simplesmente, na hora de se despedir, ele me deu um singelo aperto de mão — e nada para mim ou para o motorista. O dinheiro que ele havia separado sumiu, ou seja, voltou para o lugar de onde havia saído.

Pra mim, ficou muito clara a mensagem.

Com toda a experiência que tive trabalhando na Europa (navio) durante esses dois anos. O Europeu ainda busca explorar, sem se envolver, e quase sempre é sobre tirar vantagem do próximo — raramente sobre compartilhar. E ainda, 'egoicamente' falando, agem como se ainda fossem os grandes filósofos que a humanidade um dia teve, mas não absorvem tais conceitos e conhecimentos para o desenvolvimento sustentável da espécie humana.

Ao mesmo tempo que desconhecem o significado da palavra gentileza, também desconhecem seus princípios básicos como ser humano.

(Não estou generalizando… conheço europeus bons de coração, porém são escassos.)

Universo, O que está certo sobre isso? De certo, o que me incomodou um dia, está dentro de mim, seria ainda um remanescente de uma crença limitante de escassez? Fica a reflexão.